... outros com mais precisão chamam de Amor ... serve para ambos os casos ; na verdade é uma atitude que engrandece o ser humano . Ter cuidado com os sentimentos dos companheiros de existência ...é qualidade que muito poucos tem . Um Pai quando repreende o filho ,esposos que se admoestam , chefes que repreende subordinados ...Presidente que se dirige a colaboradores ...enfim qualquer cidadão em situação semelhante deveria ter essa compostura ... principalmente o G1 cuja influência no comportamento dos cidadãos é enorme ... no nosso caso , que pena ! Vejam o vídeo e sintam em toda a sua beleza a atitude obsequiosa :
Procura divulgar matérias que constituem o dia a dia das pessoas com o intuito de ajudar a viverem felizes .
terça-feira, 9 de agosto de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
O descaso com a cidadania no Pais ...
... cria políticos desse nível na base do sistema ... o que sem dúvida é uma lástima . Vejam o que foi fartamente divulgado que aqui publico para registro :
A Cassada que é uma fera
Vejam o nível da prefeito !
Agora vejam a desse vereador chegado aos malfeitos e á grossura :
Cara malfeitor ... bater em mulher é covardia e mau gosto !
Minha mãe me ensinou desde pequenininho que em mulher não se bate nem com uma flor ... coitado provavelmente não teve mãe ... ou se teve quem sabe apanhava do Pai ... etc .É preciso urgentemente aprimorar o cidadão e filtrar seu ingresso no Sistema Político Lembram - se do cara da moto-serra que picou o desafeto político em pedacinhos , e ainda vivo ? Vamos deixar de brincadeiras ...um Pais vasto como o Brasil tem que ter um SISTEMA DE GOVERNANÇA de outro formato mais capaz de aprimorar esse povo . Ei Generais o serviço militar obrigatório esta fazendo falta ...não precisam ensinar a dar tiro ... mas a ter modos ... civismo , ética ... patriotismo ... por aí a fora ...ia muito bem para ambos os sexos ... e a propósito - esqueçam o terceiro .
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Parece fantasia ... mas é real ...
... quem me contou essa historinha não mente pois tem Deus no coração . É comovente e intrigante ... pois tal coincidência não acontece fortuitamente . Você pode crer que o universo surgiu por acaso, e que se desenvolve por acasos surpreendentemente concatenados .. mas esse acontecimento ... a persistência do menino ... julgue você mesmo :
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
Rèquien por Rouppy Shar- pei ...
... nossa querida cachorrinha ... foi -se ! Lembram - se dela , e sua guerra contra os macacos prego ... vejam no link : A última batalha da Guerreira Pois é , foi sua última ,e gloriosa batalha ... da qual saiu vencedora , mas foi ferida mortalmente . Seu tumor no focinho destravou , e levou - a ràpidamente de nós . Primeiro , muito antes da batalha , nasceu - lhe um pequeno montinho em uma das bochechas ... o veterinário achou que era dos dentes , ou um lipoma ... convinha aguardar . Depois da batalha , que resultou no crescimento ràpido devido à unhada do pobre macaquinho , foi diagnosticado como lipoma ... tudo bem é só operar . Mas continuou a crescer ... fomos a outro profissional que puncionou o ``lipoma`` saiu sangue as pampas , e foi preciso tratar com antibiótico . Saimos , por recomendação de quem puncionou , para uma clínica que a examinou com exames sofisticados : radiografia da cabeça , tomografia computadorizada e ... suspeita ... amostra para biópsia ... exame citopatológico ... novo diagnóstico : tem malignidade ! ... é um Mastocitoma com localização ingrata , e em estágio 3 de 5 ! Melhor alternativa ... dar lhe um acompanhamento VIP E AGUARDAR O DESFECHO . Optamos por um tratamento alternativo com cortisona , que poderia preceder uma possível cirurgia . Iniciamos o tratamento complementado pelo acompanhamento VIP . Mas não deu certo , logo chegou o fim ... em pouco mais de uma semana vipíssima ! A Rouppy Shar - pei saiu da vida feliz , e tranquila deixando muita saudade , e lágrimas em muitos olhos ...
Rouppy Shar- pei na varanda ... seu lugar predileto . Suas qualidades : bravura, independência , altivez , lealdade ,e muito charme . Cachorrinha inteligente ,e perspicaz ... faro exepcional , e ouvidos aguçadíssimos
capazes de permiti - la perceber a chegada de pessoa Amiga dentro de automóvel . Me perdoem os teólogos, inclusive minha Esposa, dentre eles ...mas não concebo , na ressurreição , viver num mundo sem eles ... os bichos de estimação . Essas criaturinhas fazem parte de nossa história , temos que encontra - las do lado de lá . O fundamento Evangélico para esse sonho está , a meu ver, no Amor demonstrado pelo Senhor aos cães, e certamnte à outros animais , em (Mc.7, 24-30 ) . A Ressureição se dará garantidamente para aqueles que estão no Coração do Senhor . Don . Orani , que me acompanha no Facebook , me perdoe , mas o coração tem exigências que a teologia desconhece . Adeus Rouppy Shar - pei ,... ou até breve ... se os teólogos deixarem . Não sei como é no paraiso dos Mulçumanos ... nem dos Budistas , etc ... mas no nosso , que está no coração de Jesus de Nazaré ... certamente ... não tenho dúvida !
Réquien por você querida Rouppy Shar -pei
Rouppy Shar- pei na varanda ... seu lugar predileto . Suas qualidades : bravura, independência , altivez , lealdade ,e muito charme . Cachorrinha inteligente ,e perspicaz ... faro exepcional , e ouvidos aguçadíssimos
capazes de permiti - la perceber a chegada de pessoa Amiga dentro de automóvel . Me perdoem os teólogos, inclusive minha Esposa, dentre eles ...mas não concebo , na ressurreição , viver num mundo sem eles ... os bichos de estimação . Essas criaturinhas fazem parte de nossa história , temos que encontra - las do lado de lá . O fundamento Evangélico para esse sonho está , a meu ver, no Amor demonstrado pelo Senhor aos cães, e certamnte à outros animais , em (Mc.7, 24-30 ) . A Ressureição se dará garantidamente para aqueles que estão no Coração do Senhor . Don . Orani , que me acompanha no Facebook , me perdoe , mas o coração tem exigências que a teologia desconhece . Adeus Rouppy Shar - pei ,... ou até breve ... se os teólogos deixarem . Não sei como é no paraiso dos Mulçumanos ... nem dos Budistas , etc ... mas no nosso , que está no coração de Jesus de Nazaré ... certamente ... não tenho dúvida !
Réquien por você querida Rouppy Shar -pei
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Na TV vi e ouvi um perfeito Pinto Calçudo ...
... dando entrevista a cêrca da nova ministra , Dixia bulhuflas e orgulhosamente massacrava o vernáculo para mostrar sua submissão à nova chefia a`` Presidenta ``. Assim o leitor poderá saber quem devota obediência cega à nova ``Condutora `` (traduzam para o Alemão ) . Antes era a língua presa , agora é o ... portugueis erradu . Outrora na faze intelectual , bastante salgada , era anauê . Sobre o assunto minha querida Amiga Loris envia essa pérola de ironia divertida :
Fala Loris ,
Repassando:
Um texto sem autoria que recebi que é o fino da ironia.
A Çituassão está gramática!
Eu não entendo o Brasil: se por um lado (no caso, o de trás) o STF (Soltando Totalmente a Franga) liberou as relações estáveis homoafetadas, por outro lado, o MEC resolveu perseguir a Língua Portuguesa, independente do gênero, número e grau.
Num caso flagrante de gramaticofobia, os livros escolares agora estão ensinando que falar e escrever errado não tem nada demais.
Na verdade, o governo está implantando no país um novo método pedagógico e revolucionário: a Demagogia do Oprimido.
O MEC (Ministério dos Erros de Concordância) não vai parar por aí:
O ministro Fernando Errahd vai tornar obrigatória a introdução no currículo escolar do idioma sindical, a Língua Presa.
Essa grande virada na educação brasileira começou com o presidente Luís Sintáxio Lula da Silva que nunca acertou uma concordância na vida. Alíás, minto: a única concordância que o Lula aceita é a concordância verbal, a que trata do uso das verbas públicas.
Por falar em Dramática, quer dizer, Gramática, vamos fazer um pequeno exercício de Análise Sintática.
Na oração: O MINISTRO PALOCCI FATUROU UMA GRANA PRETA, quem é o sujeito?
Bem, o ministro Pallocci não é sujeito. Sujeito à investigação.
O que existe, na verdade, é um sujeito oculto: o sujeito que pagou a consultoria mas não quer aparecer de jeito nenhum.
E o predicado? Não tem predicado, só tem prejudicado. No caso, o contribuinte.
A única coisa que está errada mesmo na oração é a expressão “grana preta”, um flagrante exemplo de preconceito linguístico contra as minorias “diferenciadas”.
Na verdade, o politicamente correto seria:
O MINISTRO PALOCCI FATUROU UMA GRANA AFRO DESCENDENTE.
Parece que quanto mais errado for o portugueis mais alto na cadeia de pudeeeeer estará o Pinto Calçudo .
Esse último fica como resquício da Aliança Governamental pois constitue sua argamassa de compactação pulíiiiiitica . O que lança uma núvem de poeira vulcânica sobre o futuro da Nação . Na verdade embora triste será divertido assistir na política à luta entre línguas presas x fala errado e bufunfeiros em busca do pudeeeeer . Só espero ver o Vice falando errado ... vai ser um must . bye
Fala Loris ,
Repassando:
Um texto sem autoria que recebi que é o fino da ironia.
A Çituassão está gramática!
Eu não entendo o Brasil: se por um lado (no caso, o de trás) o STF (Soltando Totalmente a Franga) liberou as relações estáveis homoafetadas, por outro lado, o MEC resolveu perseguir a Língua Portuguesa, independente do gênero, número e grau.
Num caso flagrante de gramaticofobia, os livros escolares agora estão ensinando que falar e escrever errado não tem nada demais.
Na verdade, o governo está implantando no país um novo método pedagógico e revolucionário: a Demagogia do Oprimido.
O MEC (Ministério dos Erros de Concordância) não vai parar por aí:
O ministro Fernando Errahd vai tornar obrigatória a introdução no currículo escolar do idioma sindical, a Língua Presa.
Essa grande virada na educação brasileira começou com o presidente Luís Sintáxio Lula da Silva que nunca acertou uma concordância na vida. Alíás, minto: a única concordância que o Lula aceita é a concordância verbal, a que trata do uso das verbas públicas.
Por falar em Dramática, quer dizer, Gramática, vamos fazer um pequeno exercício de Análise Sintática.
Na oração: O MINISTRO PALOCCI FATUROU UMA GRANA PRETA, quem é o sujeito?
Bem, o ministro Pallocci não é sujeito. Sujeito à investigação.
O que existe, na verdade, é um sujeito oculto: o sujeito que pagou a consultoria mas não quer aparecer de jeito nenhum.
E o predicado? Não tem predicado, só tem prejudicado. No caso, o contribuinte.
A única coisa que está errada mesmo na oração é a expressão “grana preta”, um flagrante exemplo de preconceito linguístico contra as minorias “diferenciadas”.
Na verdade, o politicamente correto seria:
O MINISTRO PALOCCI FATUROU UMA GRANA AFRO DESCENDENTE.
Parece que quanto mais errado for o portugueis mais alto na cadeia de pudeeeeer estará o Pinto Calçudo .
Esse último fica como resquício da Aliança Governamental pois constitue sua argamassa de compactação pulíiiiiitica . O que lança uma núvem de poeira vulcânica sobre o futuro da Nação . Na verdade embora triste será divertido assistir na política à luta entre línguas presas x fala errado e bufunfeiros em busca do pudeeeeer . Só espero ver o Vice falando errado ... vai ser um must . bye
sábado, 28 de maio de 2011
Atenção , foi encontrado um brasileiro ...
... honesto e de coração puro . Certamente não é político , não tem carteirinha do PT , NÃO É FILIADO ao PMDB nem a qualquer dos outros ...bingo , é um cidadão comum e pobre , vejam
Um brasileiro honesto
Ruth de Aquino, é colunista de ÉPOCA
Estava ali, na poltrona 13 do ônibus que faz a rota Friburgo-Rio. Um celular esquecido pelo passageiro. Entre a poltrona e o vidro, havia algo mais.
O motorista Joilson Chagas, de 31 anos, abriu o “pacote rústico” e tomou um susto. Nunca tinha visto tanto dinheiro junto: R$ 74.800. Não passou aos superiores.
“É tentador. Nessa hora, nem nos colegas a gente confia.”
Por sorte ou destino, Joilson conseguiu devolver tudo ao dono. “O dinheiro não era meu. É bom ficar com o que é nosso.”
Joilson levou o dinheiro de volta a Friburgo. Ao chegar ao ponto final, na Ponte da Saudade, avistou um senhor humilde chorando na porta da padaria. “Perdi um celular”, dizia ele, “deve ter sido no centro do Rio.”
Joilson perguntou: “O celular é este?”. O senhor, agricultor de 80 anos, emocionou-se: “É esse mesmo. Não tinha mais nada no ônibus?”.
Joilson disse que ele precisava explicar direitinho o que perdera. E ele falou: “Eram R$ 74.800 para pagar o transplante de minha filha, que não é coberto pelo SUS”.
Joilson entregou o pacote e não aceitou recompensa. “O dinheiro estava contado para a cirurgia e para a passagem. Eu não podia aceitar nada”, ele me disse. “Também sou pai de família.”
A história de Joilson aconteceu no dia 19 de abril e correu mundo. No Facebook, ele recebeu mensagens da Holanda, da Espanha, dos Estados Unidos, do Japão. Foi a programas de televisão. Ganhou plaqueta da empresa elogiando seu ato.
Foi homenageado na semana passada no Palácio Guanabara, do governo do Estado. Recebeu cartas de alunos da 2ª à 5ª série de uma escola do Rio, dizendo: “Motorista, foi lindo o que você fez, você foi meu herói”. Num dos envelopes, havia R$ 2 e um bilhete: “Desculpe não dar mais, era o que eu tinha no bolso”.
Joilson treme a voz. Quer encontrar e beijar essas crianças. “O que eu fiz era para ser uma coisa normal. O ser humano é repleto de valores, mas não põe em prática.”
Ele começou a dirigir em transportadora quando tinha 18 anos. Concluiu o segundo grau. É casado, seu filho Gabriel tem 14 anos e sua mulher está grávida de cinco meses, de outro menino.
Nas enxurradas em Friburgo, Joilson perdeu a casa, os móveis, e mora de favor na casa da irmã. A escola onde sua mulher era professora também foi levada pelas águas. Agora, ela costura.
Joilson constrói uma nova casa. Trabalha 16 horas por dia como motorista, faz duas viagens de ida e volta no ônibus da Viação 1001, tem uma folga por semana. “Cai na segunda ou na terça.”
O primeiro ônibus sai às 5h30 de Friburgo. Ganha R$ 1.000 líquidos por mês, mas paga R$ 500 ao pedreiro que ergue sua “casinha”.
Joilson faz biscates de pintura: “A necessidade faz o sapo pular”.
Meus agradecimentos à colunista de Época Ruth de Escobar e ao Blog do Ricardo Noblat .
Um brasileiro honesto
Ruth de Aquino, é colunista de ÉPOCA
Estava ali, na poltrona 13 do ônibus que faz a rota Friburgo-Rio. Um celular esquecido pelo passageiro. Entre a poltrona e o vidro, havia algo mais.
O motorista Joilson Chagas, de 31 anos, abriu o “pacote rústico” e tomou um susto. Nunca tinha visto tanto dinheiro junto: R$ 74.800. Não passou aos superiores.
“É tentador. Nessa hora, nem nos colegas a gente confia.”
Por sorte ou destino, Joilson conseguiu devolver tudo ao dono. “O dinheiro não era meu. É bom ficar com o que é nosso.”
Joilson levou o dinheiro de volta a Friburgo. Ao chegar ao ponto final, na Ponte da Saudade, avistou um senhor humilde chorando na porta da padaria. “Perdi um celular”, dizia ele, “deve ter sido no centro do Rio.”
Joilson perguntou: “O celular é este?”. O senhor, agricultor de 80 anos, emocionou-se: “É esse mesmo. Não tinha mais nada no ônibus?”.
Joilson disse que ele precisava explicar direitinho o que perdera. E ele falou: “Eram R$ 74.800 para pagar o transplante de minha filha, que não é coberto pelo SUS”.
Joilson entregou o pacote e não aceitou recompensa. “O dinheiro estava contado para a cirurgia e para a passagem. Eu não podia aceitar nada”, ele me disse. “Também sou pai de família.”
A história de Joilson aconteceu no dia 19 de abril e correu mundo. No Facebook, ele recebeu mensagens da Holanda, da Espanha, dos Estados Unidos, do Japão. Foi a programas de televisão. Ganhou plaqueta da empresa elogiando seu ato.
Foi homenageado na semana passada no Palácio Guanabara, do governo do Estado. Recebeu cartas de alunos da 2ª à 5ª série de uma escola do Rio, dizendo: “Motorista, foi lindo o que você fez, você foi meu herói”. Num dos envelopes, havia R$ 2 e um bilhete: “Desculpe não dar mais, era o que eu tinha no bolso”.
Joilson treme a voz. Quer encontrar e beijar essas crianças. “O que eu fiz era para ser uma coisa normal. O ser humano é repleto de valores, mas não põe em prática.”
Ele começou a dirigir em transportadora quando tinha 18 anos. Concluiu o segundo grau. É casado, seu filho Gabriel tem 14 anos e sua mulher está grávida de cinco meses, de outro menino.
Nas enxurradas em Friburgo, Joilson perdeu a casa, os móveis, e mora de favor na casa da irmã. A escola onde sua mulher era professora também foi levada pelas águas. Agora, ela costura.
Joilson constrói uma nova casa. Trabalha 16 horas por dia como motorista, faz duas viagens de ida e volta no ônibus da Viação 1001, tem uma folga por semana. “Cai na segunda ou na terça.”
O primeiro ônibus sai às 5h30 de Friburgo. Ganha R$ 1.000 líquidos por mês, mas paga R$ 500 ao pedreiro que ergue sua “casinha”.
Joilson faz biscates de pintura: “A necessidade faz o sapo pular”.
Meus agradecimentos à colunista de Época Ruth de Escobar e ao Blog do Ricardo Noblat .
Vamos sair da Planicie da Política ...
... e ingressar pelas mãos generosas de minha Amiga Helena Célia no mundo Humano da cultura . Vamos dexar o mundo dos togloditas e virar Gente :
Prezados amigos
Mais um dado , que não pode passar em branco.
Emocionante! Até a Itália, infelizmente, sofre com problemas de cortes nos investimentos , na área da Cultura.
Mas o povo reage, cada grupo como pode , e deve. Isto é fantástico!
Abraços
Helena
===================================
Leia o texto antes de abrir o Link!!
Momento inesquecível
Riccardo Muti acabara de reger o célebre coro dos escravos, Va pensiero, do terceiro ato de Nabucco, e opúblico do Teatro da Ópera de Roma, aplaudia incessantemente e bradava bis!
Em tempo:
O famoso coro "Va pensiero", da ópera Nabucco, de Verdi, representa a tristeza dos judeus subjugados pelos babilônios.
Com essa mensagem, o compositor conseguiu burlar a censura, camuflando a revolta dos italianos com a ocupação austríaca.
Nabucco é uma ópera em quatro atos de Giuseppe Verdi, com libreto de Te mistocle Solera, escrita em 1842. Houve desde o princípio uma imediata associação entre as desgraças dos judeus no Eufrates (escravizados pelo rei Nabucodonossor da Babilônia), com os que a maioria dos italianos sofria naquele momento.
No dia da estréia da ópera Nabucco, o 9 de março de 1842, mal o coro ter encerrado o último verso (IIIª Parte, cena IV), no qual os prisioneiros pediam inspiração para resistir com coragem as aflições, a Itália sentiu que ali nascia uma versão muito própria, totalmente sua, da "Marselhesa" .
Desde então Va, pensiero,... consagrou-se como o hino da unificação italiana, enquanto o nome de Verdi circulou entre os patriotas como um anagrama (Vittorio Emmanuel Rè d'Italia).
A meta unitária afinal somente atingiu êxito dezenove anos depois, em 1861, quando o rei Vitório Emanuel II do Piemonte foi proclamado rei da Itália (Roma somente integrou-se a ele em 1871, depois da retirada das tropas francesas que protegiam o papa).
Para além de sua intrínseca beleza, que é inexcedível, o VA PENSIERO, uma espécie de hino informal dos patriotas do Risorgimento, é de enorme apelo emocional entre os italianos.
Que faz, então, Ricardo Mutti?
Volta-se para a platéia e, depois de recordar o significado patriótico do Va pensiero, pede ao público presente que o cante agora, com a orquestra e o coro do teatro, como manifestação de protesto patriótico contra a ameaça de morte contida nos planejados cortes do orçamento da Cultura.
É este o link do vídeo que registrou este acontecimento memorável:
http://youtu.be/G_gmtO6JnRs
Ficamos muito gratos a você Helena , por nos ter cedido esses momentos de puro enlevo ... e tristesa , por saber a quem entregam com desprezo o nosso Ministério da Cultura , um dos invariavelmente menos aquinhoados !
Prezados amigos
Mais um dado , que não pode passar em branco.
Emocionante! Até a Itália, infelizmente, sofre com problemas de cortes nos investimentos , na área da Cultura.
Mas o povo reage, cada grupo como pode , e deve. Isto é fantástico!
Abraços
Helena
===================================
Leia o texto antes de abrir o Link!!
Momento inesquecível
Riccardo Muti acabara de reger o célebre coro dos escravos, Va pensiero, do terceiro ato de Nabucco, e opúblico do Teatro da Ópera de Roma, aplaudia incessantemente e bradava bis!
Em tempo:
O famoso coro "Va pensiero", da ópera Nabucco, de Verdi, representa a tristeza dos judeus subjugados pelos babilônios.
Com essa mensagem, o compositor conseguiu burlar a censura, camuflando a revolta dos italianos com a ocupação austríaca.
Nabucco é uma ópera em quatro atos de Giuseppe Verdi, com libreto de Te mistocle Solera, escrita em 1842. Houve desde o princípio uma imediata associação entre as desgraças dos judeus no Eufrates (escravizados pelo rei Nabucodonossor da Babilônia), com os que a maioria dos italianos sofria naquele momento.
No dia da estréia da ópera Nabucco, o 9 de março de 1842, mal o coro ter encerrado o último verso (IIIª Parte, cena IV), no qual os prisioneiros pediam inspiração para resistir com coragem as aflições, a Itália sentiu que ali nascia uma versão muito própria, totalmente sua, da "Marselhesa" .
Desde então Va, pensiero,... consagrou-se como o hino da unificação italiana, enquanto o nome de Verdi circulou entre os patriotas como um anagrama (Vittorio Emmanuel Rè d'Italia).
A meta unitária afinal somente atingiu êxito dezenove anos depois, em 1861, quando o rei Vitório Emanuel II do Piemonte foi proclamado rei da Itália (Roma somente integrou-se a ele em 1871, depois da retirada das tropas francesas que protegiam o papa).
Para além de sua intrínseca beleza, que é inexcedível, o VA PENSIERO, uma espécie de hino informal dos patriotas do Risorgimento, é de enorme apelo emocional entre os italianos.
Que faz, então, Ricardo Mutti?
Volta-se para a platéia e, depois de recordar o significado patriótico do Va pensiero, pede ao público presente que o cante agora, com a orquestra e o coro do teatro, como manifestação de protesto patriótico contra a ameaça de morte contida nos planejados cortes do orçamento da Cultura.
É este o link do vídeo que registrou este acontecimento memorável:
http://youtu.be/G_gmtO6JnRs
Ficamos muito gratos a você Helena , por nos ter cedido esses momentos de puro enlevo ... e tristesa , por saber a quem entregam com desprezo o nosso Ministério da Cultura , um dos invariavelmente menos aquinhoados !
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